15 de jul. de 2012

Dica: Crônica com diálogo.

Oi gentee!
Eu estava dando um rolê por sites (coisa que faço sempre) e achei uma crônica com diálogo muito, muito engraçada num dos sites.

"- Alô? Quem tá falando?
- É o ladrão!
- Desculpe, eu não queria falar com o dono do banco. Tem algum funcionário aí?
- Não, os funcionário tá tudo como refém!
- Eu entendo. Trabalham quatorze horas por dia, ganham um salário ridículo, vivem levando esporro, mas não pedem demissão porque não encontram outro emprego, né? Vida difícil. Mas será que eu não poderia dar uma palavrinha com um deles?
- Impossível!!! Eles tá tudo amordaçado!
- Foi o que pensei. Gestão moderna, né? Se fizerem qualquer crítica, vão pro olho da rua. Não haverá, então, algum chefe por aí?
- Claro que não, meu amigo! Quanta inguinorânça! O chefe tá na cadeia, que é o lugar mais seguro pra se comandar um assalto.
- Bom… Sabe o que que é? Eu tenho uma conta…
- Tamo levando tudo, ô bacana, o saldo da tua conta é zero!
- Não, isso eu já sabia. Eu sou professor. O que eu queria mesmo era uma informação sobre juro.
- Companheiro, eu sou um ladrão pé-de-chinelo. Meu negócio é pequeno. Assalto a banco, vez ou outra um seqüestro. Pra saber de juro é melhor tu ligar pra Brasília!!!
- Sei, sei. O senhor tá na informalidade, né? Também, com o preço que tão cobrando por um voto hoje em dia… Mas, será que não podia fazer um favor pra mim? É que eu atrasei o pagamento do cartão e queria saber quanto vou pagar de taxa.
- Tu tá pensando que eu tô brincando? Isso é um assalto manooo!!!
- Longe de mim. Que é um assalto, eu sei perfeitamente. Mas queria saber o número preciso. Seis por cento, sete por cento?
- Eu acho que tu não tá entendendo, ô mané. Sou assaltante!!! Trabalho na base da intimidação e da chantagem, saca? ??
- Ah, já tava esperando. Vai querer vender um seguro de vida ou um título de capitalização, né?
- Não… Eu… Peraí, bacana, que hoje eu tô bonzinho e vou quebrar o teu galho.
Um minuto depois …
- Alô? O sujeito aqui tá dizendo que é oito por cento ao mês.
- Puxa, que incrível!
- Tu achava que era menos?
- Não, achava que era isso mesmo. Tô impressionado é que, pela primeira vez na vida, consegui obter uma informação de uma empresa prestadora de serviço, pelo telefone, em menos de meia hora e sem ouvir “Pour Elise”!!!
- Quer saber? Fui com a tua cara. Dei umas bordoadas no gerente e ele falou que vai te dar um desconto. Só vai te cobrar quatro por cento, tá ligado?
- Não acredito! E eu não vou ter que comprar nenhum produto do banco?
- Nadica. Tá acertado!
- Muito obrigado, meu senhor. Nunca fui tratado dessa…
- Ih, sujou! (tiros, gritos) A polícia…!!!
- Polícia? Que polícia? Alô? Alô?
(Sinal de ocupado!)
- Alô?… Droga! P… Maldito Estado! Sempre intervindo nas relações entre homens de bem!"
Muito engraçado, né? Essa crônica, na verdade, serve para mostrar que, as vezes, um ladrão pode ser mais onesto que um banqueiro! O salário mínimo que muitos professores ganham (minha mãe não está entre eles), os juros e o verdadeiro roubo que há nos bancos. Todos pensam que o ladrão é aquele que entra com uma arma, faz um refém e tira o dinheiro que há lá. Quer diser... Também! Mas, há um ladrão que nós ingnoramos no dia-a-dia: o verdadeiro ladrão circula nas ruas.
Bjoux!

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